domingo, 14 de agosto de 2016


UMA CHANCE AO AMOR
pai João de Aruanda / Robson Pinheiro



Dúvida? Lamentação? Coração sofrido?
Não se entregue, meu filho. Erga-se para a vida. Todo obstáculo é desafio divino para a conquista da felicidade. Não se permita lamentar-se e sofrer.


Deus abre as janelas da vida para que seus filhos aprendam a valorizar as coisas belas e boas. Não fixe o pensamento no mal aparente. Esforce-se para realçar o lado brilhante, as coisas boas e positivas e as situações mais felizes. Quando alguém fixa uma pedra no caminho, ao olhar em volta a visão estará viciada e verá mais pedras projetadas a sua volta.


Caso alguém não o compreenda ou rejeite suas manifestações de amor e carinho, não se detenha. Procure amar mais e encontrará, em outro lugar, uma pessoa que sintonize com você. O amor é como um bumerangue, você joga e ele sempre volta, acompanhado do outro coração. Não adie a sua felicidade.

Enquanto você não encontrar a paz desejada e a felicidade sonhada, aprenda a ser um mensageiro da vida, levando esse amor represado a outras pessoas que estão ao seu lado.

Talvez você não tenha parado para perceber quanta gente está clamando por uma migalha do seu carinho e do seu amor. Assuma-se, meu filho. Assuma o amor.

Tenha coragem de vencer os desafios e prosseguir a sua caminhada, Felicidade não cai do céu, como chuva. Ela sempre será conquistada, e, afinal, você não é diferente dos outros. Todo mundo só conquista a felicidade através de muita dedicação, trabalho e amor.


Isolar-se por rebeldia não o levará a nada. Permita-se inovar: entregue-se à vida e vibre em sintonia com aqueles que o amam. Dê uma chance a si mesmo.

É preciso coragem para ser feliz, assim como é preciso muito tempo para sentir-se jovem.

É isso aí, meu filho, enxugue as lágrimas, pare de lamentar-se e aprume-se. Enfeite-se de sorriso e decore sua vida com o belo. Só depende de você ser feliz - aqui e agora. Quem ama se envolve; não se afaste dos outros e nem se entregue à falsa ideia de solidão. Só ficam sós aqueles que não amam. 

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